Exportações de carne bovina seguem em ritmo acelerado na segunda quinzena de março
As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada mantêm ritmo forte na segunda metade de março de 2026. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram aumento no faturamento médio diário, no volume embarcado e na valorização da tonelada da proteína em comparação com março de 2025.
Faturamento diário em alta
Nos primeiros dias de março, o Brasil exportou US$ 666,8 milhões em carne bovina. No mesmo mês do ano passado, considerando o mês completo, o faturamento total havia sido de US$ 1,054 bilhão.
A média diária das vendas externas mostra desempenho superior neste ano, com receita de US$ 66,68 milhões por dia útil, ante US$ 55,51 milhões registrados no mesmo período de março de 2025.
Volume de embarques cresce no ritmo diário
O volume exportado também apresenta avanço. Até agora, foram embarcadas 115.678,5 toneladas de carne bovina, enquanto em março de 2025 o total mensal chegou a 215.249,4 toneladas.
Considerando a média diária, o ritmo de embarques registrou crescimento: 11.567,9 toneladas por dia em 2026, frente a 11.328,9 toneladas em 2025.
Preço médio da carne bovina valoriza no mercado externo
O preço médio da tonelada de carne bovina exportada registrou alta, sendo negociado a US$ 5.765 nos primeiros dias de março, contra US$ 4.900,4 no mesmo período do ano passado.
O aumento reforça a valorização da carne brasileira no comércio internacional e indica que a proteína não apenas mantém ritmo consistente de embarques, mas também é comercializada a preços mais elevados.
Comparação das médias diárias confirma tendência positiva
A análise das médias diárias consolidadas confirma avanço em todos os indicadores. A receita média diária das exportações cresceu cerca de US$ 11,17 milhões, o volume médio embarcado aumentou aproximadamente 239 toneladas por dia, e o preço médio da tonelada registrou valorização de 17,6% em relação a março de 2025.
O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional de carne bovina, combinando aumento de embarques com valorização da proteína no mercado externo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

