Uva no Rio Grande do Sul apresenta desenvolvimento desigual entre regiões produtoras
Desenvolvimento das videiras varia pelo estado
O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar aponta que as videiras no Rio Grande do Sul estão avançando em diferentes estágios de desenvolvimento, exigindo manejo ativo e monitoramento constante nas principais regiões produtoras do estado.
Caxias do Sul: crescimento vegetativo estável
Na regional de Caxias do Sul, as videiras seguem em pleno desenvolvimento vegetativo, sem maiores problemas relacionados a doenças fúngicas ou pragas.
O boletim informa que a composição da maioria das variedades já foi concluída ou está próxima do fim. Apesar do registro de desavinho em algumas cultivares, o fenômeno não provocou perdas significativas até o momento.
Frederico Westphalen: diferentes estágios de maturação
Em Frederico Westphalen, o avanço das videiras acompanha o ciclo específico de cada variedade:
- Vênus: início da compactação do cacho ao início da maturação;
- Bordô, Niágara Rosada e Niágara Branca: início da compactação do cacho;
- Seyve Villard e Carmem: da limpeza do cacho ao estágio de grão “ervilha”;
- Lorena e Itália: permanecem na fase de grão “chumbinho”.
Na cidade de Alpestre, os produtores realizam práticas típicas da primavera, incluindo desbrota, desponta, desfolha, tutoramento, amarração dos ramos e adubação foliar. O monitoramento de doenças como míldio, oídio e podridão-da-uva-madura segue ativo. O boletim também destaca que houve abortamento de flores na cultivar Bordô, reduzindo o risco de quebra de safra.
Soledade: definição da produção e formação de bagos
Na regional de Soledade, as videiras estão na fase de definição da produção e formação de bagos.
O manejo fitossanitário continua voltado para o controle de doenças iniciais da fase reprodutiva, como antracnose e escoriose, além do monitoramento preventivo de míldio. Também é realizada a poda verde, essencial para a saúde e produtividade das plantas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

